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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

O Peso da Corrente: A Tensão Entre Controle e Liberdade

  

 


O Peso da Corrente: A Tensão Entre Controle e Liberdade




Fonte: Gemini AI





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O Peso da Corrente: A Tensão Entre Controle e Liberdade

O sol quente da manhã espreitava timidamente por entre as persianas da cozinha, derramando uma luz dourada sobre a tigela de ração vazia. Tobias, um beagle de porte médio com orelhas caídas e um faro inconfundível para biscoitos, estava sentado pacientemente ao lado, os olhos suplicantes fixos em seu dono, que ainda esfregava o sono dos olhos. Era uma rotina matinal bem estabelecida, uma dança silenciosa de expectativas e recompensas.

Hoje, no entanto, havia uma energia diferente no ar. O dono de Tobias, um homem atarefado com a mente sempre um passo à frente, parecia mais agitado que o normal. Depois de encher a tigela e observar Tobias devorar o café da manhã com o entusiasmo de sempre, ele pegou a coleira. Não era a coleira de passeio habitual, leve e confortável. Esta era de couro robusto, com fivelas de metal que tilintavam pesadamente. E junto a ela, uma corrente. Não a guia de nylon flexível, mas uma corrente de elos prateados, pesada e inconfundível.

Tobias, que sempre recebia a coleira com um abanar frenético de rabo, hesitou. Seu instinto lhe dizia que aquela não era a coleira para a caminhada diária no parque, onde podia correr livremente e investigar cada cheiro intrigante. A corrente parecia fria e implacável em comparação com a familiaridade suave da guia. Quando as fivelas foram presas, sentiu um peso incomum em seu pescoço.

O dono, alheio à sutil apreensão do cão, começou a falar sobre os perigos da cidade, sobre a necessidade de controle em ambientes desconhecidos. Mencionou um terreno que precisava ser limpo, uma cerca que precisava ser reparada. Tobias escutava os tons, se não as palavras, e um calafrio percorreu sua espinha peluda. Ele ansiava pela liberdade do campo, pelo desafio de seguir uma trilha de lebre, pela alegria de se lançar na água gelada de um riacho. Mas a corrente, ela prometia um tipo diferente de existência.

A caminhada até o local da limpeza foi curta, mas a sensação de cada elo da corrente batendo ritmicamente contra sua perna era um lembrete constante de suas novas limitações. O terreno era um emaranhado de arbustos e ervas daninhas, e o trabalho começou. O dono, com luvas e ferramentas, cortava e puxava, enquanto Tobias, preso à corrente, observava. Ele queria ajudar, queria cavar, queria farejar as criaturas que certamente se escondiam na folhagem. Mas a corrente o impedia.

À medida que o sol subia, o calor se intensificava, e a corrente ficava mais quente contra sua pele. O dono, em sua concentração, não percebia a sede de Tobias, nem a maneira como ele olhava para a sombra distante. A cada puxão, a corrente apertava, um limite físico à sua natureza.

Ao final do dia, o terreno estava irreconhecível, limpo e organizado. O dono estava satisfeito com seu trabalho, elogiando a "ajuda" de Tobias, embora o cão soubesse que não havia feito nada além de observar. No caminho de volta, a corrente parecia ainda mais pesada, cada elo um fardo de liberdade não vivida.

De volta para casa, a coleira de couro foi removida, e a corrente jogada de lado. Tobias, finalmente livre, correu para sua cama, exausto. A experiência o deixou com uma sensação estranha. Ele amava seu dono, mas a coleira e a corrente haviam introduzido uma nova dimensão em seu relacionamento, uma lembrança da tensão entre a necessidade humana de controle e a inerente busca canina por liberdade. Ele adormeceu sonhando com vastos campos abertos, onde o único limite era o horizonte.

O Peso da Corrente: A Tensão Entre Controle e Liberdade

O sol quente da manhã espreitava timidamente por entre as persianas da cozinha, derramando uma luz dourada sobre a tigela de ração vazia. Tobias, um beagle de porte médio com orelhas caídas e um faro inconfundível para biscoitos, estava sentado pacientemente ao lado, os olhos suplicantes fixos em seu dono, que ainda esfregava o sono dos olhos. Era uma rotina matinal bem estabelecida, uma dança silenciosa de expectativas e recompensas.

Hoje, no entanto, havia uma energia diferente no ar. O dono de Tobias, um homem atarefado com a mente sempre um passo à frente, parecia mais agitado que o normal. Depois de encher a tigela e observar Tobias devorar o café da manhã com o entusiasmo de sempre, ele pegou a coleira. Não era a coleira de passeio habitual, leve e confortável. Esta era de couro robusto, com fivelas de metal que tilintavam pesadamente. E junto a ela, uma corrente. Não a guia de nylon flexível, mas uma corrente de elos prateados, pesada e inconfundível.

Tobias, que sempre recebia a coleira com um abanar frenético de rabo, hesitou. Seu instinto lhe dizia que aquela não era a coleira para a caminhada diária no parque, onde podia correr livremente e investigar cada cheiro intrigante. A corrente parecia fria e implacável em comparação com a familiaridade suave da guia. Quando as fivelas foram presas, sentiu um peso incomum em seu pescoço.

O dono, alheio à sutil apreensão do cão, começou a falar sobre os perigos da cidade, sobre a necessidade de controle em ambientes desconhecidos. Mencionou um terreno que precisava ser limpo, uma cerca que precisava ser reparada. Tobias escutava os tons, se não as palavras, e um calafrio percorreu sua espinha peluda. Ele ansiava pela liberdade do campo, pelo desafio de seguir uma trilha de lebre, pela alegria de se lançar na água gelada de um riacho. Mas a corrente, ela prometia um tipo diferente de existência.

A caminhada até o local da limpeza foi curta, mas a sensação de cada elo da corrente batendo ritmicamente contra sua perna era um lembrete constante de suas novas limitações. O terreno era um emaranhado de arbustos e ervas daninhas, e o trabalho começou. O dono, com luvas e ferramentas, cortava e puxava, enquanto Tobias, preso à corrente, observava. Ele queria ajudar, queria cavar, queria farejar as criaturas que certamente se escondiam na folhagem. Mas a corrente o impedia.

À medida que o sol subia, o calor se intensificava, e a corrente ficava mais quente contra sua pele. O dono, em sua concentração, não percebia a sede de Tobias, nem a maneira como ele olhava para a sombra distante. A cada puxão, a corrente apertava, um limite físico à sua natureza.

Ao final do dia, o terreno estava irreconhecível, limpo e organizado. O dono estava satisfeito com seu trabalho, elogiando a "ajuda" de Tobias, embora o cão soubesse que não havia feito nada além de observar. No caminho de volta, a corrente parecia ainda mais pesada, cada elo um fardo de liberdade não vivida.

De volta para casa, a coleira de couro foi removida, e a corrente jogada de lado. Tobias, finalmente livre, correu para sua cama, exausto. A experiência o deixou com uma sensação estranha. Ele amava seu dono, mas a coleira e a corrente haviam introduzido uma nova dimensão em seu relacionamento, uma lembrança da tensão entre a necessidade humana de controle e a inerente busca canina por liberdade. Ele adormeceu sonhando com vastos campos abertos, onde o único limite era o horizonte.






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MARTINS, Julio Cesar. O Peso da Corrente: A Tensão Entre Controle e Liberdade. 2026. Disponível em: https://www.profjuliomartins.com/ Acesso em: XX de XXXX de XXXX.


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